Archive for the ‘Biografias’ Category

Arnaldo Cezar Coelho

12/09/2008

Arnaldo David Cezar Coelho (Rio de Janeiro, 15 de janeiro de 1943) é um corretor autônomo de investimentos, comentarista de arbitragem, ex-árbitro de futebol e formado em educação física.

Foto de Arnaldo Cezar Coelho

Foto de Arnaldo Cezar Coelho

Iniciou a carreira de árbitro no início dos anos 60, apitando futebol de praia. Em 1965, começou a atuar profissionalmente e, em 1968, entrou para os quadros da FIFA. Arnaldo apitou inúmeros jogos importantes, entre eles, duas Copas do Mundo: Argentina, em 1978, e Espanha, em 1982.

Foi o primeiro árbitro não-europeu a apitar uma decisão, a partida final da Copa do Mundo de 1982, entre as seleções da Itália e da Alemanha, na Espanha, cujo resultado foi 3 x 1 para a Itália.

É o brasileiro com maior número de atuações em Copas do Mundo. Atuou sete vezes, sendo quatro como árbitro principal e as restantes como auxiliar.

Arnaldo é irmão de Ronaldo Cezar Coelho, deputado federal e membro-fundador do PSDB.

Atualmente, Arnaldo trabalha na Rede Globo, como comentarista de arbitragem, e no canal de TV a cabo SporTV, onde participa do programa Bem, Amigos, ao lado do amigo de longa data Galvão Bueno, onde comenta lances polêmicos do futebol (polêmicos em relação à arbitragem, é claro).

Cristiane Dias

12/09/2008

Cristiane Dias nasceu em Porto Alegre, dia 9 de outubro de 1980 e é uma jornalista brasileira, formada em 2002 pela Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, onde reside desde os 18 anos.Filha de um ex-atacante do Grêmio, jogou handebol, vôlei e futsal.

Foto de Cristiane Dias

Foto de Cristiane Dias

No jornalismo, começou nas áreas de economia, cidade e assessoria de imprensa.Seu primeiro trabalho foi na TVE, com um quadro sobre esportes radicais no Stadium, que passou a apresentar em 2004.

Em 2007, ela mudou-se para a Rede Globo. Atualmente apresenta o Esporte Espetacular, aos domingos, ao lado de Luís Ernesto Lacombe e Mylena Ciribelli, e a edição nacional do Globo Esporte.

Chico Lang

12/09/2008

Chico Lang começou sua carreira jornalística no jornal paulistano Notícias Populares, como repórter policial em 1976. No mesmo periódico, também passou pelas editorias geral, saúde e esportes, na qual especializou-se. O editor-chefe do jornal era Ebrahim Ramadan e o de esportes era Dalmo Pessoa.

Foto de Chico Lang

Foto de Chico Lang

Posteriormente, Chico passou pelo jornal Folha da Tarde, onde desempenhou as funções de redator, repórter especial, sub-editor, editor de Esportes, editor de polícia e secretário de redação. Ali conheceu Carlos Brickmann, editor-chefe da publicação, que o convenceu a ser colunista esportivo, nascendo daí a seção Rosca Solta.

Entre muitas polêmicas protagonizadas por Chico Lang, houve uma envolvendo o piloto de Fórmula Um Ayrton Senna. Lang o chamava de “pé de chumbo”, “motorista louco”, “irresponsável do volante” entre outros apelidos. A reação do público foi surpreendente. Milhares de cartas eram recebidas semanalmente a favor de Senna e contra Lang. Um dia um leitor chegou a invadir a redação do jornal buscando “acertar as contas” com o jornalista.

Em 1990, Chico fez parte de um “pool” entre a Folha da Tarde e a Folha de S.Paulo para cobrir a Copa do Mundo de 1990, na Itália. No retorno ao Brasil, ingressou na Gazeta Esportiva. Como repórter especial acompanhou a Seleção Brasileira em 1991 e 1992 em todos os amistosos disputados pela equipe, então dirigida pelo técnico Paulo Roberto Falcão, hoje comentarista da Rede Globo.

A pedidos do então presidente da Fundação Cásper Líbero, Constantino Cury, Lang integrou-se também à equipe de Esportes da TV Gazeta, comandada por Roberto Avallone. Formou-se, então, o que alguns analistas consideram a mais polêmica dupla de apresentadores de programas esportivos do país (pelo fato de Lang ser corintiano e Avallone, palmeirense).

O programa “Mesa Redonda” chegou, em 1993, a ultrapassar a Rede Globo em audiência. Em 1997, com o afastamento de Avallone por motivos de saúde, Chico Lang assumiu o comando do programa e manteve o Ibope em 5 pontos de média. Em 1998, Avallone retornou e os dois voltaram a dividir a apresentação do programa.

Em 2003, por indicação de Lang, Flávio Prado veio da TV Cultura para ser o âncora do programa, função que exerce até os tempos atuais.

Em 2005, a direção da Fundação Cásper Líbero reativou a Rádio Gazeta AM, e Chico Lang aceitou comandar o tradicional programa da emissora, Disparada no Esporte, que tem como coordenadora Regiani Ritter, considerada a musa do rádio esportivo brasileiro.

Atualmente, Lang escreve colunas para as páginas eletrônicas da Gazeta Esportiva.Net e para o jornal Expresso Popular, da cidade paulista de Santos. Pelo primeiro desses periódicos, Lang cobriu a Copa do Mundo de 2002, realizada na Coréia do Sul e no Japão. Pelo segundo, ele participa da coluna “Duelo de Gigantes”, escrevendo às Quartas e Sábados.

É comentarista do Gazeta Esportiva, programa exibido pela TV Gazeta de Segunda a Sexta as 18:00 horas. Seus comentários são polêmicos durante o programa porém Chico Lang é capaz de dizer verdades que muitos jornalistas não dizem por cautela ou por falta de fontes confiáveis.

Fausto Silva

12/09/2008

Iniciou sua carreira aos quinze anos, como repórter da rádio Centenário de Araras, no interior de São Paulo. Logo depois, mudou-se para Campinas e trabalhou durante cinco anos na Rádio Cultura, na qual comandou o musical New Pop International. Em 1970, foi contratado pela Rádio Record, na capital paulista, para apresentar o jornal da noite, do qual era também redator, e se iniciou no mundo do esporte, passando a trabalhar como repórter de campo na Jovem Pan – Rádio Panamericana. Além do rádio, Faustão também se dedicou ao jornalismo tendo sido contratado pelo jornal O Estado de São Paulo, como reporter esportivo. Foi nessa função que foi levado para a Rádio Globo em 1977, convidado por Osmar Santos.

Fausto Silva

Fausto Silva

Nessa época, Osmar Santos estava cursando a faculdade de Administração Pública na Fundação Getúlio Vargas e tinha aulas com nomes destacados da política como Eduardo Suplicy e André Franco Montoro; o momento de abertura política entusiasmava muito o locutor, tanto que ele levava para as transmissões futebolísticas artistas importantes, como Lima Duarte, e políticos, como o então sindicalista Luís Inácio Lula da Silva para comentarem o jogo e a situação do país.

Isso impacientou alguns anunciantes que pediram uma providência para o Sistema Globo de Rádio.

Isabela Scalabrini

12/09/2008

Carioca de Copacabana, se formou na Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro. Repórter da Globo desde 1980, ela foi contratada depois de um estágio remunerado de um ano. Começou na apuração e seis meses depois foi para o Departamento de Esportes. Quando ela chegou na Globo, não havia nenhuma mulher trabalhando lá. A jornalista começou fazendo reportagens para o Globo Esporte, Cobria diversas modalidades esportivas, com exceção do futebol, que era sempre destinado aos homens da redação.

Foi nos jogos Pan-Americanos na Venezuela, 1983, que Scalabrini teve sua primeira oportunidade de realizar um trabalho de destaque. De acordo com a própria jornalista, ela só foi escalada para cobrir a competição porque tinha um chefe “muito moderno”. Durante a competição, o Brasil conseguiu várias medalhas nos esportes amadores, justamente aquele que Scalabrini era designada a cobrir, como remo e natação. Dessa forma, conseguiu pela primeira vez, que suas matérias entrassem no Jornal Nacional, um dos principais programas da emissora. Após do bom desempenho no Pan-Americano de 1983 na Venezuela, Scalabrini foi escalada para cobrir os Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, e a Copa do Mundo de 1986 no México e Seul (Coréia) em 88, além de muitos campeonatos mundiais de Vôlei e Basquete. Apresentou o Globo Esporte, Esporte Espetacular e Fantástico na década de 80, e o RJTV na década de 90.

Foto de Isabela Scalabrini

Foto de Isabela Scalabrini

Em 1992, trocou o esporte pela editoria geral. Em 1997, foi transferida para a Globo Minas. Isabela foi uma das primeiras mulheres a cobrir esporte na Globo, durante muitos anos. Ela admite ter enfrentado algum preconceito, na cobertura de futebol, por exemplo, mas nunca foi desrespeitada. A jornalista costuma dizer que o único espaço que não conquistou no mundo esportivo foi o vestiário. Atualmente, Isabela edita e apresenta o MGTV 1ª Edição e faz reportagens de rua.